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Google quer destruir o Facebook

13/08/2009

O Google decidiu partir pra cima do Facebook, a rede social mais popular do planeta. A batalha começou na quarta-feira (12), com os gadgets sociais do iGoogle.

O pessoal de Mountain View sabe que corre um risco tremendo. Com mais de 250 milhões de usuários, o site criado por Mark Zuckerberg cresce no planeta a um ritmo alucinante – embora ainda esbarre no orkut no Brasil e na Índia. Isso significa que cada vez mais internautas navegam pelas páginas da rede social e clicam em seus anúncios. Quanto mais tempo ficam lá dentro, menos cliques nos links patrocinados do Google.

De acordo com dados de junho da comScore, o Facebook já é o quarto site mais visitado do mundo. Fica atrás apenas das páginas do Google (1º), da Microsoft (2º) e Yahoo! (3º). Não resta outra alternativa a Larry Page e Sergey Brin do que deter esse avanço. Para isso, a solução encontrada passa por fazer a audiência crescer. Se as pessoas querem comunicar-se socialmente pela web, por que não facilitar isso ao máximo?

Nesse ponto entram os gadgets sociais do iGoogle, que estão disponíveis, por enquanto, para internautas australianos e norte-americanos. Criados com a plataforma Open Social, eles podem ser compartilhados com os contatos cadastrados no grupo  “Friends” do Gmail.

O usuário pode ver as atualizações dos amigos, como vídeos que eles assistiram recentemente no YouTube. Também consegue deixar comentários genéricos sobre o que está sentindo ou pensando e pode até mesmo disputar partidas de xadrez online. Se quiser, consegue também bater papo com eles pelo Gtalk.

Joguinhos online, facilidade de compartilhamento de links interessantes, espaço para dizer o que está pensando... O que isso lembra? O Facebook, claro. Num golpe de mestre, o Google transformou todos os donos de uma conta dos seus serviços em membros de uma rede social planetária. A guerra deve se intensificar nos próximos meses.

fonte: Abril

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